Todas as “MÃES” que hoje trabalham fora de casa ficam aflitas, conflituadas e cansadas.
MÃES, criando seus filhos sem um companheiro para partilhar, outras precisando reforçar o orçamento familiar, outras que não abrem mão de suas profissões, outras dividindo direitos e deveres entre o homem e a mulher e que em determinada hora tem que escolher uma escola para colocar seu filho.
O que eu quero para meu filho? É uma pergunta que naturalmente sai do coração de todas as mães: dignidade, solidariedade, esperteza, criatividade, boa formação escolar, uma profissão que lhe renda bons salários, muitas vezes tentando compensar tudo o que não puderam ter fazer e ser e assim se encherão de orgulho materno.
No momento de escolher uma escola para seu filho mais atordoadas se sentem essas MÃES. O que procurar?
Será que esta MÃE quer encontrar uma escola onde entregará seu filho pequeno e dirá: estou entregado meu filho e me devolva-o um adulto como eu pedi.
Ao procurar uma escola, a MÃE , deverá lembra-se que o filho passará muitas horas por dia de suas vidas, as vezes por anos inteiros.
Procure uma escola onde seu filho poderá ver, conceber, criticar e recriar o mundo em que vivemos através do aprendizado cotidiano. Procure aquela compromissada com a escola da vida, pulsante, dinâmica, que permanece em constante mutação através da experiência vivida e refeita a cada ato pedagógico.
É neste nível de expressão, da educação mobilizadora e formadora de gentes que as escolas acreditam.
Márcia Regina Ribeiro – Diretora Geral
Colégio Santa Tereza
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